Edição 03
Mar/Abr
2024

A negritude faz a diferença

Nos adornos e no jeito de vestir, na comida, na religiosidade, nas artes, na linguagem, no andar, na alegria e no riso largo de sua gente colorida, misturada, diferente. Aqui, tem a mão do negro em tudo

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia Também

Saiba como fazer a tradicional Canjica, um dos pratos preferidos na farta mesa junina da Bahia, onde não pode faltar, milho cozido, amendoim, cuscuz, pamonha, munguzá, bolo de milho ou de aipim, um bom licor
Cuíca de Santo Amaro. Chapéu de coco, óculos escuros, fraque, suando em bicas, declamava nos trens, nas feiras, no mercado, no Elevador Lacerda.
Homenageado com um resumo de sua obra, no Palacete das Artes, Salvador. Intelectuais, amigos e admiradores reivindicam o tombamento de sua obra